Não é de hoje que Hollywood busca em acontecimentos reais a fonte para o desenvolvimento de projetos cinematográficos, sejam eles descobertas científicas, biografias inspiradoras ou mesmo grandes tragédias. E com o terrorismo não é diferente. Grandes cineastas como Paul Greengrass e Oliver Stone já trabalharam o tema, e agora é a vez de Clint Eastwood se juntar a este grupo. Mas a escolha de Eastwood é ainda mais interessante por se tratar de um caso relativamente recente, o atentado fracassado em um trem da Thalys que fazia uma viagem entre Amsterdã e Paris, em 2015, cujos heróis foram pessoas comuns, dentre eles três americanos que estavam na Europa à turismo. E é exatamente na história destes homens que o veterano diretor foca seu filme, optando pelos próprios para desempenharem seus papéis. 15h17 - Trem Para Paris acompanha a vida desde a infância de Alek Skarlatos, Anthony Sadler e Spencer Stone, até o dia em que protagonizaram o ato heroico em território fr...
Em 1995, um então pequeno estúdio apresentava ao mundo o primeiro longa metragem em animação produzido inteiramente em computação gráfica. O estúdio era a Pixar Animation. O filme, Toy Story - Um mundo de aventuras. Desde então, passaram-se mais de 15 anos. As fronteiras da animação e do CGI no cinema se expandiram de forma inimaginável; o desenho feito a papel e lápis praticamente sumiu das telas grandes; e um gigante do entretenimento se formou, consolidando-se como celeiro das mentes criativas mais importantes do Cinema atual. Hoje, o mundo cinematográfico não respira sem a Pixar. Toy Story 3 é a prova de que isso é a mais pura verdade. Foram 11 filmes nestes 15 anos de vida produzindo longa metragens. Neste tempo, pudemos acreditar que ratos são capazes de cozinhar; super heróis, apesar de poderosos, tem imensas fragilidades; monstros vivem dentro de nossos armários, e tem muito mais medo de nós, do que nós deles; casas podem voar amarradas em milhares de balões de gás; e robôs, em...
O musical é um gênero cinematográfico que não é uma unanimidade. Uns amam, outros detestam. Pensando nessa dicotomia, os estúdios Hollywoodianos passaram a considerar com mais frequência adaptações de sucessos da Broadway que tivessem trilhas sonoras mais conhecidas no universo pop. Deste conceito nasceram sucessos como Hairspray e Mamma Mia , duas das maiores bilheterias do gênero na história. Rock of Ages , então, parecia ser o caminho natural para um novo musical nas telonas. Com um repertório de canções que foram grande sucesso na década de 80, como I love Rock ´n´Roll, We built this city, Don't Stop Believin' e More than worlds, entre outras, seria mais fácil criar uma identificação do filme com o público. Além disso, foram chamados para compor o elenco astros consagrados como Tom Cruise, Catherine Zeta Jones e Paul Giamatti. Mesmo com todos estes pontos favoráveis, faltou para Rock of Ages o principal: história. Se nos palcos o deslumbramento dos números musicais, ...
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