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Crítica: Além da Escuridão - Star Trek

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Quando J.J. Abrams foi o escolhido para comandar a cadeira de diretor do reboot de Star Trek, muita gente torceu o nariz. Até então mais conhecido por ser o criador da série fenômeno Lost, Abrams tinha no cinema a experiência como diretor apenas com o terceiro Missão Impossível, que, diga-se de passagem, havia conseguido reerguer a franquia que estava em baixa depois do péssimo segundo epísódio. Mas era exatamente seu envolvimento com a série dos náufragos que perturbava os fãs xiitas de Kirk, Spock e cia, que temiam que o estilo arrojado do diretor não combinasse com a estrutura clássica de ficção científica que a série ostentava desde a época em que era exibida na TV. Mas eis que o filme chega aos cinemas em 1999, e para surpresa de iniciados (ou Trekkers, como eles preferem ser chamados) e não iniciados, tem tudo o que era necessário para agradar a ambas as partes: um roteiro bem escrito que desenvolve os personagens, muita ação, efeitos especiais impressionantes e bons ato...

Crítica: Se Beber, Não Case 3

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Quando chegou aos cinemas em 2009, Se beber, não case fez um barulho impressionante. Com uma narrativa inovadora, um elenco carismático e em boa sintonia, participações especiais espertas (quem não lembra de Mike Tyson, canastrão até dizer chega?) e a direção ágil de Todd Philips, o filme se tornou o maior recordista de bilheteria para uma comédia de censura R (em que menores de 17 anos só podem assistir acompanhados dos pais ou de um responsável). O sucesso rapidamente fez a Warner encomendar uma continuação, que em 2011 repetiu o êxito em bilheteria mas desagradou a crítica e parte do público por repetir a fórmula da primeira aventura quase que totalmente, apenas trocando uma ou outra situação e o ambiente da trama, que sai da agitada e multicolorida Las Vegas para a excêntrica e multiétnica Bangcoc, na Tailândia.  Seja ou não pela pressão que houve da repetição de ideias, Todd Phillips resolveu não insistir e nesta segunda continuação não reservou uma outra noite de esbórni...

Pôster da semana: "Blue, is the Warmest Colour", de Abdeliatif Kechiche (França, 2013)

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Crítica: Velozes e Furiosos 6

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Nunca houve no cinema uma franquia que teve tantas segundas chances quanto  Velozes e Furiosos. Depois que o primeiro filme fez um relativo sucesso em 2001, a Universal fez diversas escolhas ruins com a série, que teve sua primeira sequencia sem o astro Vin Diesel (que preferiu dedicar-se aos projetos A Batalha de Riddick e Triplo X ) e uma segunda totalmente sem conexão com as anteriores e com um elenco desconhecido, típico de produção de baixo orçamento. Foi apenas em 2007, depois de praticamente enterrar Toretto, O´Connor & companhia, que o estúdio resolveu juntar tudo o que havia dado certo nos filmes anteriores e colocar a franquia nos eixos. Demorou um pouco, mas agora parece que eles encontraram o caminho certo. Velozes e Furiosos 6 deixa  de lado a tentativa de ser um filme focado apenas nas sequencias espetaculares de corrida para se entregar de vez à ação e ao divertimento pop desprovido de grandes pretensões artísticas. O resultado das bilheterias é ...

Crítica: Reino Escondido

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O Blue Sky estúdios ainda está correndo atrás da sua identidade no difícil jogo que se tornou o Cinema de animação. Enquanto seus concorrentes investem pesado em projetos autorais - caso da Pixar, dos estúdios Ghibli, Laika e alguns estúdios Europeus - ou em franquias de sucesso - como a Dreamworks com os bem sucedidos Madagascar, Kung-Fu Panda e Como Treinar Seu Dragão -, o estúdio tenta emplacar uma outra história diferente da cinessérie  A era do gelo, que apesar do sucesso mundial (o último capítulo quase alcançou o bilhão de dólares) arrecada cada vez menos nos EUA e já não entusiasma os críticos há algum tempo. O fraco Robôs, o correto Horton e o mundo dos quem e o colorido e divertidíssimo Rio (cuja sequência já foi anunciada) não conseguiram desempenho que fizesse a produtora se firmar como uma das preferidas do público. Esta rejeição não deveria acontecer, haja visto a receptividade do curta metragem que antecede o novo filme do estúdio, Reino Escondido, protagonizado...

O Ataque matador da Marvel: Homem Formiga, Pantera Negra e Doutor Estranho!

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Que os filmes da Marvel Studios viraram uma febre, todo mundo já sabe. Mas nem mesmo os mais eufóricos poderiam imaginar um cenário como o que vemos hoje: dois filmes da produtora entre os 10 maiores da história da Cinema. Se Vingadores foi um arrasa quarteirão sem precedentes em 2012 quase unanime com elogios de público e crítica, Homem de Ferro 3 pode ser considerado, então, um sucesso ainda mais impressionante, e mostra o poder de Robert Downey Jr. como Tony Stark. Mesmo desagradando dois entre três fãs com o roteiro cheio de furos e o desfecho dado ao personagem clássico dos gibis, o vilão Mandarim, o filme já ultrapassou a barreira o bilhão de dólares no mundo e deve firmar-se como a quarta maior bilheteria da história, atrás apenas de Avatar, Titanic, e do próprio Os Vingadores. Considerando que até alguns anos atrás o Homem de Ferro não era um herói muito conhecido do público em geral, trabalhar com estas figuras clássicas que geram menos expectativas - logo, com mais c...

Pôster da semana: "Faroeste Caboclo", de René Sampaio (Brasil, 2013)

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