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Pôster da semana: "Hotel Mekong", de Apichatpong Weerasethakul (Tailândia, 2012)

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Crítica: Dredd

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Com a popularização dos filmes de heróis de quadrinhos, muita gente começou a se perguntar se ainda havia espaço para os filmes mais  maduros originados das HQs, ao estilo de Watchmen ou 300. Na verdade, a questão não é a dose pop que esse ou aquele filme vai ter, mas sim a qualidade do roteiro e, principalmente, o respeito à integridade do material original. Pois um dos mais injustiçados anti-heróis conseguiu uma segunda chance que, mesmo com toda a desconfiança, chegou aos cinemas e calou a boca de muita gente. Se na Comic Con 2012 os elogios da crítica especializada - e que entende do assunto! - foram rasgados, com a estréia, Dredd mostrou que tinha vindo para deixar a indigesta adaptação anterior que havia sido estrelada por Silvester Stallone definitivamente para trás. Para começar, Dredd é absurdamente fial às HQs do personagem título. Pesado, sujo, com uma direção de arte arrebatadora e um roteiro enxuto que sabe se aproveitar muito bem da notável falta de verb...

Crítica: Ted

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Seth McFarlane tornou-se famoso por ser o escritor e diretor das animações  Uma família da pesada (uma espécie de Os Simpsons , mas sem personagens amarelos) e American Dad . Apesar do sucesso na TV desde 1995, ele ainda não havia tentado a sorte no cinema. Pelo menos até 2012. Ele deve estar bastante feliz. Seu filme Ted tornou-se um dos maiores sucessos do verão americano, arrecadando milhões nas bilheterias, virando febre nas redes sociais e gerando até polêmicas desnecessárias (como o caso do deputado brasileiro que queria proibir o filme por considerá-lo nocivo para os menores - oras, ele não deveria saber que a censura americana era R, ou seja, menores apenas com autorização dos pais).  O urso desbocado, maconheiro e mulherengo era por demais engraçado, pelo menos na teoria. No entanto, existem piadas que não foram feitas para serem contadas repetidas vezes, muito menos para segurarem um filme de quase duas horas de duração.  A sensação que Ted passa é exata...

Trailer: Os Miseráveis

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O diretor Tom Hopper, que levou o Oscar em 2011 por O discurso do rei, vai apresentar para as plateias mundiais sua versão de Os miseráveis, o musical fenômeno dos palcos, no cinema. As prévias já mostram a grandiosidade da produção, que contará com as canções eternas interpretadas por atores como Hugh Jackman, Anne Hataway e Russel Crowe. Alguns veículos especializados já consideram o filme como um dos favoritos ao Oscar do próximo ano. 

Pôster da semana: "Argo", de Ben Affleck (EUA, 2012)

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Filmes criticados no blog - atualização

(sem nota) As viagens de Gulliver * (ruim) O Lobisomem Idas e vindas do amor Uma noite fora de série Aprendiz de feiticeiro O último mestre do ar Demônio Skyline - a invasão Tron, o legado Entrando numa fria maior ainda com a família Santuário Gnomeu & Julieta Invasão do Mundo: Batalha de Los Angeles Professora sem classe Missão Madrinha de Casamento Um zelador animal Footloose (2011) Os três mosqueteiros Happy Feet 2 Anjos da noite - o despertar Motoqueiro Fantasma: espírito da vingança Fúria de Titãs 2 Anjos da Lei O Corvo Na Estrada Rock of Ages Projeto Dinossauro ** (bom) Avatar Nine Percy Jackson e o ladrão de raios Um olhar do paraíso Simplesmente complicado Alice no País das Maravilhas Fúria de Titãs A Saga Crepúsculo: Eclipse Shrek Para Sempre Encontro Explosivo O Bem Amado Meu malvado favorito Salt Como cães e gatos 2 - a vingança de Kitty Galore A Lenda dos Guardiões Jogos Mortais 7 Scott Pilgrim contra o mundo Um parto de ...

Crítica: Looper - Assassinos do Futuro

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Tenho que confessar que o gênero de ficção científica é um dos meus favoritos. Sempre é interessante acompanhar a nova loucura que sai da cabeça de roteiristas e cineastas para as mais diversas visões de futuro. Mas desde Minority Report e Filhos da Esperança o cinema não recebia um filme tão interessante e com um argumento tão rico quanto este Looper - assassinos do futuro. E nem estamos falando de um filme que possui na sua gênese profissionais muito experientes: o diretor e roteirista Rian Johnson é um dos responsáveis pela excelente série Breaking Bad, um dos mais subestimados programas atualmente no ar na TV americana, mas que na telona foi responsável apenas pelos pouco conhecidos Vigaristas e A ponta de um crime - o segundo, por sinal, foi um dos primeiros trabalhos do astro Joseph Gordon-Levitt como protagonista, quando ele ainda era um ilustre desconhecido para as platéias mundiais. Não é preciso muito tempo de projeção para se perceber que Looper - assassinos ...