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Musicais inesquecíveis

Aproveitando o lançamento de Nine , preparei uma listagem dos melhores musicais do cinema, em minha opinião. 10. O Mágico de Oz Dorothy & Cia emocionaram milhares em 1939, neste filme que é uma celebração da amizade. As canções por décadas encantam gerações, e a história hoje ainda serve de inspiração para muitas obras, incluíndo a não oficial continuação Wicked, que é um grande sucesso na Broadway. 09. Hairspray - em busca da fama Divertido e com canções contagiantes, o musical baseado no filme de John Walters é uma curtição do início ao fim, que dá até vontade de se levantar e dançar junto com os personagens. 08. Os Produtores O filme de Mel Brooks Primavera para Hitler era uma brincadeira com os musicais da Broadway. Acabou virando um musical, e dos mais engraçados. A dupla formada pelos produtores Bialystock e Bloom é impagável, e não é de se estranhar que tenha sido homenageada no Museu de Cera Madame Tousseaud de Nova York. 07. Chicago O vencedor do Oscar de 2002 trouxe de v...

Crítica: Nine

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Nunca fui muito fã de Spaguetti, que considero uma comida bastante sem graça. Mas, com o molho certo, até que se torna atrativo e saboroso. Por que começo uma crítica de cinema desta forma? Bem, usando uma comparação metafórica, o musical "Nine" não passa de um enorme prato de Spaguetti... sem molho! Rob Marshall em 2002 consolidou de vez o retorno dos musicais ao cinema americano com o sucesso de Chicago. Com muito ritmo, jazz e femmes fatales, o diretor impressionou público e crítica, coroando a carreira de sucesso da película com o Oscar de melhor filme. "Nine" é sua tentativa de repetir este sucesso. Uma pena que não teve resultado. 8 e meio é um clássico do Cinema Italiano, e serviu de inspiração para o musical. Nos palcos, "Nine" não fez o barulho esperado e acabou ficando pouco tempo em cartaz. O roteiro é uma transposição do filme de Fellini, centrado na figura do cineasta Guido Contini, artista que passa por uma séria crise criativa e busca a solu...

Pôster da semana: "Homem de Ferro 2", de John Fraveau (EUA 2010)

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Vencedores do Globo de Ouro

A associação de imprensa estrangeira de Hollywood já ficou conhecida pela mania de querer agradar a todos. É exatamente o que aconteceu neste Globo de Ouro 2010, que favoreceu os sucessos de bilheteria em detrimento da qualidade. De forma incompreensível, Avatar levou os dois prêmios mais importantes para cinema: filme dramático e diretor. A segunda seria até justificável, considerando as inovações técnicas do filme. Mas melhor drama concorrendo com filmes como Bastardos Inglórios e Amor sem escalas é um pouco demais. Sobrou para o filme de Jason Reitman o justíssimo prêmio de roteiro e para os justiceiros de Tarantino o troféu mais do que merecido de ator coadjuvante para Christopher Waltz. Quem fez a festa foi a Pixar. Up - altas aventuras levou os prêmios de melhor filme animado e trilha sonora. Finalmente Michael Giacchino foi recompensado pelo incrível trabalho, que já deveria ter sido reconhecido desde a magnífica trilha de Ratatouille . Filme de comédia, deu mais um sucesso de...

Crítica: Amor sem escalas

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Na década de 80, Ivan Reitman divertia o mundo com uma comédia esperta que marcou época, Os caça fantasmas . Hoje anda afastado da direção, mas continua atrás das câmeras como produtor executivo. Nada como uma forcinha da família, e Jason Reitman que o diga. Junto com Ivan, realizou alguns filmes interessantes - como os recentes Obrigado por fumar e Juno . Mas agora consegue atingir a perfeição com o excelente Amor sem escalas . Os dois filmes anteriores do diretor, já citados, mostravam personagens comuns e cenas do cotidiano, em que era facilmente possível se identificar ou identificar algo, seja os tipos, seja alguma das situações. Amor sem escalas também caminha nesta direção. É um filme atual, com uma crítica social áspera - também presente nos filmes anteriores - mas com uma mensagem que foge do óbvio e que é o grande trunfo de um roteiro genial. O filme já começa de maneira marcante, situando o espectador no "ambiente" em que vive o protagonista (George Clooney, final...

Crítica: Onde Vivem os Monstros

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Spike Jonze é um cineasta que gosta de lidar com o bizarro. Mas, diferente de Tim Burton, ele trabalha menos. "Onde Vivem os Monstros" é apenas seu terceiro filme, sendo os anteriores os excelentes Quero ser John Malkovich e Adaptação. Oriundo dos videoclips (mais detalhes no post 1999: 10 anos ), o diretor trouxe para seu cinema uma característica muito particular: a escolha de imagens fortes e paisagens exóticas para os seus filmes. A temática desse novo projeto ajuda ainda mais neste ponto. Prepare-se para um verdadeiro banho de imagens belíssimas, e um trabalho de fotografia primoroso. O que, aliás, ajuda a entrar de cabeça no filme, e acompanhar a aventura de Max e seus amigos nada convencionais. A sessão em que assisti ao filme estava lotada de crianças pequenas. Nem parece que vivemos na era da informação, pais desavisados. "Onde Vivem os Monstros" não é um filme infantil. Apesar de ser a adaptação de um dos livros mais vendidos da história direcionado aos mi...

Pôster da semana: "Invictus", de Clint Eastwood (EUA 2009)

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